Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Tangas Lésbicas

lésbicas de tanga na tanga - em busca do seu passo doble perfeito - desfiando as linhas que cosem as tangas - que nos devolvem envolvem - pingas que tingem a linha da tanga - todas as tangas são iguais - mas estas são as melhores - tangas lésbicas

Tangas Lésbicas

lésbicas de tanga na tanga - em busca do seu passo doble perfeito - desfiando as linhas que cosem as tangas - que nos devolvem envolvem - pingas que tingem a linha da tanga - todas as tangas são iguais - mas estas são as melhores - tangas lésbicas

chatice

chatos.gif

Descobri esta pérola no Sapo Mulher:



«Como livrar-se dos piolhos púbicos-

Livrar-se dos chatos é muito fácil. Agora, esquecer essa sensação repulsiva e reconciliar-se com a sua amante é outra história.
Concretamente falando, uma infecção de chatos não é uma DST, já que esta pode ser transmitida através de qualquer tipo de contacto físico, independentemente do sexo. O contágio pode dar-se através de objectos íntimos (como toalhas, lençóis ou peças de roupa) porque os pequenos piolhos chupadores de sangue podem viver fora do organismo hóspede durante 24 horas e os ovos podem sobreviver vários dias.
Os piolhos gostam de cabelo: podem nidificar no couro cabeludo, nas sobrancelhas, nas axilas ou nos pêlos púbicos (chatos).
Geralmente, o primeiro sintoma é uma terrível comichão em zonas pouco convenientes para coçar em público. Se examinar a área em redor, descobrirá uns pequenos grãozinhos ou uma erupção leve e avermelhada (que provavelmente piorou ao coçar-se). O presente são os ovos, tão pequenos que o mais certo é não conseguir vê-los à vista desarmada.
Champô letal
Existe pelo menos meia dúzia de medicamentos para os chatos. Utilize a medicação para humedecer e ensaboar com champô os pêlos púbicos (ou qualquer outra zona que suspeite que possa estar infectada), deixando actuar a espuma uns dez minutos antes de enxaguar. Depois limpe cuidadosamente os pêlos púbicos com um "pente para piolhos" que costuma vir com o champô para retirar os chatos mortos e os ovos.
Lave a sua roupa e os lençóis na máquina com água muito quente ou passe-os pela mesma medicação. Aspire em profundidade o chão em redor da cama (ou qualquer outra zona onde calcule que possa ter restado alguma coisa). A roupa que não pode ir à máquina terá de ser lavada a seco ou metida num saco selado durante duas semanas para que os restantes vagabundos sofram uma morte lenta e humilhante.»



- Interessante, não é?
Não me lembro de ter alguma vez visto um artigo destes numa revista masculina.
E este, da forma como se apresenta, parece relegar os chatos para a inegável categoria de doenças transmissíveis por mulheres...

Ah, já sei por que motivo me lembrei dos ditos piolhos:

Parecem os homens com nicks de mulheres nos chats lésbicos. Uma autêntica chatice.
Nem eu sabia que havia tanto lésbico no mundo - e os portugueses são mais que as mães.
Só é pena que façam tantas vezes de conta e ainda não tenham começado a imitar algumas das qualidades das lésbicas, daquelas que a gente gosta de ver na pessoa com quem partilha a vida e a intimidade e essas coisas.

Eu sei que a imitação é uma doença selectiva. Ou seja, não se imita tudo assim sem mais nemmenos, não senhoras... Imita-se apenas o que convém, que é assim a modos que para minimizar os estragos, entenda-se.

Que chatice, esta coisa dos piolhos nos chatos... ai, chats!

zanatti II

0504zanatti_0002.jpg
Ana Zanatti vai estar na FNAC do Porto no dia 13 de Maio, pelas 21h00, para apresentar o seu novo romance, 'Agradece o Beijo'. Eu vou lá, que quero o meu exemplar assinado.

Olhe Ana, a primeira vez que a vi foi no Quarteto, na peça 'A verdadeira História de Jack o Estripador', com a Zita Duarte. Devo confessar que na altura, ainda o teatro português era muito declamado, o vosso trabalho foi brilhante. Já não me lembro da segunda vez que a vi. Mas não faz mal, porque nunca fui do género fã com 'crush'. Não que a senhora não o mereça, não senhora. Pelo contrário. Até tenho pena de não ser, a sério. Mas não é culpa sua. Eu é que tenho preconceito em relação às actrizes. Nenhuma relação minha aguentaria ver a minha namorada aos beijos a outros, nem que fosse só a representar. Nem pensar! Eu sou lá dessas coisas... Enfim, passemos à frente, a esta coisa de se ter dedicado aos romances. (ai, eu detesto esta coisa tão portuguesa de romance ser livro e caso simultaneamente - dá a maior das confusões...) Acho que isso implica que a Ana fique horas isolada, a escrever, sem ser perturbada. E a pergunta que eu lhe queria pôr, finalmente: como é que a sua cara-metade se sente quando isso acontece? Não refila? Não amua? Não diz que o trabalho é o seu amante? É que escrever é profissão a tempo inteiro, é namoro consigo próprio e com as ideias, é esquecer refeições, horas, gente e objectos a toda a hora e em todo o lado. Como é que se faz para não rebentar com uma relação pessoal mantendo assim uma relação estreita e empenhada com a escrita? Pronto, já disse!